segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Mapa Conceitual sobre Epistemologia.

]

Epistemologia
A Epistemologia é parte da filosofia que investiga as relações entre o sujeito cognoscente (o sujeito que conhece) e o objeto conhecido no ato de conhecer. Pode-se dizer que a epistemologia se origina em Platão. Ele opõe a crença ou opinião ao conhecimento. Ele diz que ”A crença é um determinado ponto de vista subjetivo. O conhecimento é crença verdadeira e justificada”.
Na teoria de Platão ele diz que o sujeito, a
nte a questão da possibilidade do conhecimento, pode tomar diferentes atitudes das quais são:
Dogmatismo: atitude filosófica pela qual podemos adquirir conhecimentos seguros e universais por inspiração, e ter fé disso.
Ceticismo: atitude filosófica a qual duvida de que seja possível um conhecimento firme e seguro, sempre questionando e pondo à prova as crenças, e dependendo dos resultados afirmativos destas provas as crenças podem se tornar convicção ou certeza.
Relativismo: atitude filosófica defendida pelos sofistas que nega a existência de uma verdade absoluta e defende a idéia de que cada indivíduo possui sua própria verdade.
Perspectivismo: atitude filosófica que defende a existência de uma verdade absoluta, mas pensa que nenhum de nós pode chegar a ela senão a apenas uma pequena parte.

Descartes iniciou sua filosofia pela teoria do conhecimento, na busca de uma verdade primeira que não pudesse ser posta em dúvida.
Enfim ele chega a uma verdade: “Qual seja a existência de um ser que duvida, e que se duvida pensa: Penso, logo existo”
A filosofia de Descartes ficou conhecida como Apriorismo também conhecida como Inatismo, são conceitos que definem a teoria do conhecimento cartesiana que diante dos polos sujeito-objeto, privilegia o sujeito.
Locke também foi um dos teoricos que se interessou pela teoria do conhecimento ele foi influenciado pelo pensamento cartesiano. Ele diz que “A alma é como uma tábua rasa sem inscrições, não há nenhuma impressão, porque o conhecimento só começa após a experiência sensível”
Sua filosofia ficou conhecida como empirismo (Experiência). Na teoria de Locke o que mais predomina é o objeto como estudo do conhecimento.
Enfim veio a teoria do Interacionismo que é a junção do Empirismo e do Inatismo. Ela fala que o conhecimento não existe se nós não nascermos com um pouco e não aprendermos com nossas experiências. Essa Filosofia também conhecida como teoria Construtivista teve versões por vários filósofos que são: Piaget, Paulo Freire, Vygotsky, Gramsci e Wallon.
1.      O conhecimento não está no sujeito – Aprioristas
2.      O conhecimento não está no objeto – Empiristas
3.      O conhecimento resulta da interação entre ambos (objeto + sujeito)


Referências:
*http://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologia
*PLT-Filosofia da Educação-Maria Lúcia de Arruda Aranha
*Conteúdos dado em sala de Aula



Mapa Conceitual sobre Axiologia.


Axiologia
Axiologia vem do Grego, Axía significa “Preço”, “Valor de Alguma Coisa” e Axios significa “Que Tem Valor De”, “Digno De”, “Justo”. Ex: Um homem de valor.                                                           A Axiologia é uma área da Filosofia que estuda os valores Humanos que são valores Éticos, Morais, Estéticos, Materiais, Políticos, Econômicos, Vitais, Lógicos, Religiosos, de Utilidade e assim por diante.                                                                                           No Século XIX surgiu a Axiologia como disciplina filosófica, desde então o termo “Valor” vem sendo discutido sobre o que é bom ou ruim, certo ou errado, pois os valores estão relacionados a todas as nossas ações.                                                          Valor é o que dá dignidade ao ser. Filosoficamente Valor é a interpretação introduzida por nós nas coisas, nas relações entre os homens e destes com o mundo. O valor então, com base no que é, orienta o que deve ser, isso é, orienta o juízo das escolhas humanas. Para simplificar podemos entender o Valor como  um princípio geral e universal que serve de guia para o agir e pensar do homem no mundo. O valor está presente no homem, nas atividades humanas e no mundo humano, é o princípio norteador das escolhas humanas (os fins), o desejável, o preferível. É guia, norma das escolhas, por isso carece da consciência e da liberdade, porque só o sujeito consciente e livre é capaz de fazer escolhas. Escolhas sempre temerárias, mas necessárias.                                                                                                                 Os valores são herdados, transferidos através da nossa família, passados de geração em geração, também adquirimos valores através do convívio, do contato com outras pessoas, de outras sociedades.                                                                                 Estamos sempre fazendo Juízo de Valores, isso é, estamos sempre julgando através do parâmetro que nós temos, que nós herdamos através da nossa família, nossa cultura e sendo assim julgamos os valores dos outros, se está certo ou errado, se é bom ou ruim, etc. Existem quatro tipos de valores relacionados a sua natureza (Origem): Subjetivos (Pessoal, valor de um só indivíduo) ou Universais (Geral, valor da sociedade) e Relativos (Aplica-se a uma situação) ou Absoluto (Aplica-se a todas as situações).      Os valores se organizam na seguinte escala de importância:                                   ÉTICO é o juízo sobre o bem e o mal, diz daquilo que é Vital (Vida).               MORAL é a ação normativa do comportamento, costumes, hábitos, normas e leis. Diz do Convívio Humano em sociedade.                                                               MATERIAL é o juízo sobre o que é necessário para a sobrevivência humana. RELIGIOSO é o juízo  sobre o que é bom para o espírito e diz das coisas da alma.        ESTÉTICO, que opera um  juízo  sobre o belo e o feio e diz das coisas do mundo sensível, da Natureza.                                                                                                      De UTILIDADE se refere ao juízo do que é melhor e pior e diz das coisas e dos objetos.                                                                                                                         POLÍTICOS são Justiça, Igualdade, Imparcialidade, Cidadania, Liberdade. Dizem os manuais que o demagogo, na sua expressão grega primitiva, era apenas o chefe ou condutor do povo.                                                                                               Valores Bipolarizados: Bom e mau, verdadeiro e falso, belo e feio, generoso e mesquinho, sublime e ridículo, entre outros.                                                           Quando dizemos que alguma coisa ou alguma pessoa é bonita ou feia ela tem valores iguais, pois nós notamos essa pessoa ou esse objeto, não passou despercebido por nós. Portanto, não permanecemos indiferentes dos seres que constituem o nosso mundo familiar ou aquele que nos é estranho, aos quais atribuímos valores Bipolarizados. Valorar é conferir valor, seja a alguém, a uma situação ou mesmo a uma idéia (trata-se de buscar o motivo do valor ou de sua ausência). O ato de valorar é determinante no modo como cada indivíduo observa o mundo, e, por isto mesmo, tal ato está diretamente relacionado com as próprias escolhas de vida que uma pessoa pode ter. O vocábulo valorar não é o mesmo que valorizar, pois, este sugere uma associação da idéia do valor com um sentido materialista.
Principais Representantes
No Século XIX os filósofos Rudolf Lotze (1817-1881), Franz Brentano (1838-1917), Max Scheler (1874-1928) e Friederich Nietzsche (1844-1900) desenvolveram e propuseram a “Transvaloração dos Valores”, pela qual indaga sobre o “Valor dos Valores”, concluindo que os valores tais como são conhecidos, não existiram desde sempre, mas foram criados e incorporados pelo hábito e, na nossa civilização ocidental, impostos pela tradição cristã, que Friederich Nietzsche critica acerbamente.
Transvaloração dos Valores: Significa que as vezes é necessário e possível ultrapassar as barreiras morais para se fazer algo sem ser errado, ao tomar uma decisão sobre algo, mesmo que inconscientemente vemos a posição das possibilidades perante as regras morais para que então tomemos alguma atitude. Isso ocorre porque temos medo de sermos mal vistos por nossos semelhantes, queremos sempre causar boa impressão, mas não convêm às pessoas que elas não serão boas ou más somente porque seguiram ou não as regras, elas não veem que os valores empregados nem sempre são corretos e que as vezes é necessário uma “transvaloração de valores”.
Max Scheler (1874-1928): Os valores são objetivos e dispostos em ordem eterna o que torna possível hierarquiza-los. Deste modo, juízo (faculdade de julgar de avaliar, faculdade de pensar o particular como inserido no geral), é então, um julgamento crítico sobre as escolhas humanas, uma reflexão propositiva das relações existentes entre meios e fins de nossa ação no mundo.
García Morente (1886-1942): Os valores não são, no sentido em que dizemos que as coisas são: “Os valores não são, mas valem. Uma coisa é valor e outra coisa é ser. Quando dizemos de algo que vale, não dizemos nada do seu ser, mas dizemos que não é indiferente. A não indiferença constitui esta variedade ontológica que contrapõe o valor ao ser. A não indiferença é a essência do valer”. Portanto, não permanecemos indiferentes dos seres que constituem o nosso mundo familiar ou aquele que nos é estranho, aos quais atribuímos valores Bipolarizados.




Referências Bibliográficas






Mapa Conceitual sobre a Antropologia Filosófica.



ANTROPOLOGIA é a ciência que tem como objeto o estudo sobre o homem e a humanidade de maneira totalizante, ou seja, abrangendo todas as suas dimensões.
Divide-se em duas grandes áreas de estudo, com objetivos definidos e interesses teóricos próprios: a Antropologia Física (ou Biológica) e a Antropologia Cultural que abrange três tópicos gerais que por sua vez subdivide-se e constituem-se como especialidades: Etnografia / Etnologia, Linguística aplicada à antropologia e Arqueologia. A cultura e a mitologia correspondem ao desejo do homem de conhecer a sua origem, ou produzem um modo de autoconhecimento que é a identidade, diferenciando os grupos em função de suas idiossincrasias e adaptação em ambientes distintos.
A Antropologia preocupa-se em detalhar, tanto quanto possível, os seres humanos que as compõem e com elas se relacionam, seja nos seus aspectos físicos, na sua relação com a natureza, seja na sua especificidade cultural. Para o saber antropológico o conceito de cultura abarca diversas dimensões: universo psíquico, os mitos, os costumes e rituais, suas histórias peculiares, a linguagem, valores, crenças, leis, relações de parentesco, entre outros tópicos.
A Antropologia nasceu, como ciência, efetivamente, da grande revolução cultural iniciada com o Iluminismo.
Estuda o homem como ser biológico, social e cultural. Sendo cada uma destas dimensões por si só muito ampla, o conhecimento antropológico geralmente é organizado em áreas que indicam uma escolha prévia de certos aspectos a serem privilegiados como a “Antropologia Física ou Biológica” (aspectos genéticos e biológicos do homem), “Antropologia Social” (organização social e política, parentesco, instituições sociais), “Antropologia Cultural” (sistemas simbólicos, religião, comportamento) e “Arqueologia” (condições de existência dos grupos humanos desaparecidos). Além disso podemos utilizar termos como Antropologia, Etnologia e Etnografia para distinguir diferentes níveis de análise ou tradições acadêmicas.
Para Claude Lévi-Strauss, a etnografia corresponde “aos primeiros estágios da pesquisa: observação e descrição, trabalho de campo”. A etnologia, com relação à etnografia, seria “um primeiro passo em direção à síntese” e a antropologia, “uma segunda e última etapa da síntese, tomando por base as conclusões da etnografia e da etnologia”.
Qualquer que seja a definição adotada, é possível entender a antropologia como uma forma de conhecimento sobre a diversidade cultural, isto é, a busca de respostas para entendermos o que somos a partir do espelho fornecido pelo “outro”; uma maneira de se situar na fronteira de vários mundos sociais e culturais, abrindo janelas entre eles, através das quais podemos alargar nossas possibilidades de sentir, agir e refletir sobre o que, afinal de contas, nos torna seres singulares, humanos.
Só no século XVIII, a Antropologia adquire a categoria de ciência, tendo como objeto a análise das "raças humanas".

PRINCIPAIS REPRESENTANTES
Edward Burnett Tylor (1832-1917) marca evolucionismo.
Franz Boaz (1858-1942) desenvolve a ideia de que cada cultura tem uma história particular e considerava que a difusão de traços culturais acontecia em toda parte. Nasce o relativismo cultural, e a antropologia estende a investigação ao trabalho de campo. Para Boas, cada cultura estaria associada à sua própria história. Para compreender a cultura é preciso reconstruir a sua própria história. Surgia o Culturalismo, também conhecido como Particularismo Histórico. Deste movimento surgiria posteriormente a escola antropológica da Cultura e Personalidade.
Bronislaw Malinowski (1884-1942) A Antropologia Estrutural nasce na década de 40. Centraliza o debate na ideia de que existem regras estruturantes das culturas na mente humana, e assume que estas regras constroem pares de oposição para organizar o sentindo.
Para a Antropologia Estrutural as culturas definem-se como sistemas de signos partilhados e estruturados por princípios que estabelecem o funcionamento do intelecto. E demonstra que as alianças são mais importantes para a estrutura social que os laços de sangue.
Clifford Geertz (1926-2006) o antropólogo cujas ideias causaram maior impacto na segunda metade do século 20, não apenas no que se refere à própria teoria e à prática antropológica, mas também fora de sua área, em disciplinas como a psicologia, a história e a teoria literária. Fundador de uma das vertentes da antropologia contemporânea - a Antropologia Hermenêutica ou Interpretativa.
Desiludiu-se com a metodologia antropológica, o que o levou a elaborar um método novo de análise das informações obtidas entre as sociedades que estudava.
Sua tese começa defendendo o estudo de "quem as pessoas de determinada formação cultural acham que são, o que elas fazem e por que razões elas crêem que fazem o que fazem".
Para Geertz, a Antropologia Interpretativa, é a leitura das sociedades enquanto textos ou como análogas a textos. A interpretação ocorre em todos os momentos do estudo, da leitura do "texto", pleno de significado, que é a sociedade na escrita do texto/ensaio do antropólogo, por sua vez interpretado por aqueles que não passaram pelas experiências do autor do texto escrito. Todos os elementos da cultura analisada devem, portanto, ser entendidos à luz desta textualidade, imanente à realidade cultura.
Outros movimentos significativos, na história do século XX, para a teoria Antropológica foram as escolas Cognitiva, Simbólica e Marxista.



Mulher - Léa Mendonça
Muitas foram as vezes que senti-me desprezada por ser o que sou.

Ultrapassei obstáculos, fui derrubada, reergui-me, segui...

Lutei com minha própria classe, esbravejei, e muitas vezes fraquejei.

Homenageei com sentimento profundo quem colocou-me no chão.
Enrijecida tornei-me pelos tombos, afrontas e insultos.
Recorri ao bom senso e permaneci calada, trabalhando em silêncio.

Suor não me faltou, uma vida de labor me sustentou.

Íntimo vitorioso à cada palavra contra mim lançada.

Maior evidência não podia acontecer, minha classe começava vencer.

Brinquei de submissão, foi divertido, via em semblantes, o sabor da ilusão.
Ontem, nem falava, hoje solto a voz clara e firme para que todos ouçam.
Longo foi o tempo de luta para a vitória alcançar...Ela chegou!!!
Odioso preconceito se dissipa a todo vapor.

Doei sorrisos aos insultos proferidos por mentes menos esclarecidas.

Ondeei nas estradas da vida, mas consegui ser admirada, respeitada.

Agora, pouca coisa resta a fazer, é só continuar procurando espaço.

Melhorando a cada amanhecer, em cada entardecer...Anoitecer.

Ouvir o coração misturado com a razão, então, resplandecer.

Rumar para o infinito sentimento de mulher e vitoriosa permanecer.


                                          Super-Homem, a Canção - Gilberto Gil
Um dia vivi a ilusão de que ser homem bastaria
Que o mundo masculino tudo me daria. Do que eu quisesse ter
Que nada, minha porção mulher que até então se resguardara
É a porção melhor que trago em mim agora. É o que me faz viver.
Quem dera pudesse todo homem compreender, ó mãe, quem dera
Ser o verão no apogeu da primavera
E só por ela ser. Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória
Mudando como um deus o curso da história
Por causa da mulher.



Irá mui poucas vezes à janela,
Mas as mais que puder irá à panela;
Ponha-se na almofada até o jantar,
E tanto há de coser como há de assar.
[Gregório de Matos]
 


REFERÊNCIAS:

Disponível em: http://www.dipity.com/tickr/Flickr_mulheres/. Acesso em 26 nov. 2012.

Disponível em: http://conversademenina.wordpress.com/2010/03/09/pesquisa-74-dos-cidadaos-globais-nao-acredita-que-lugar-de-mulher-e-em-casa. Acesso em 26 nov. 2012.
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff. Acesso em 26 nov. 2012.





A participação das mulheres na educação e na sociedade.

Lugar de Mulher é em Casa ou no Trabalho...?!

A mulher por muitos anos teve uma educação diferenciada da educação dada ao homem. Era educada para servir. Não era permitido a mulher estudar e aprender a ler, nas escolas somente eram ensinadas técnicas manuais e domésticas.
As mulheres ganharam destaque nas atividades culturais e sócio-beneficentes na elite brasileira. De educadoras e mães passaram, também, a serem transmissoras de cultura, a figurarem como empreendedoras de movimentos de conquistas femininas.
Faz-se necessário reconhecer que a entrada das mulheres nas Escolas Normais trouxe forte possibilidade de acesso à instrução pública, favorecendo a abertura de um espaço profissional.
As Escolas Normais abrem novas possibilidades às mulheres solteiras, tornando-se uma forma de trabalhar. Além disso, o magistério, visto como um prolongamento das funções maternas era aceitável como profissão de mulher.
Algumas vozes afirmaram que as mulheres tinham, por natureza, uma inclinação para o trato com crianças por serem as primeiras e naturais educadoras, nada mais certo do que lhes confiar a educação dos pequenos. O magistério representaria uma extensão dessa maternidade, e para tanto seria representado como a uma atividade de amor, de entrega e doação, características tipicamente femininas.
A reflexão da polêmica função de mãe e professora atribuída à mulher influenciaram o papel da mulher na Educação Brasileira. Essa reflexão é de fundamental importância para conscientização de que a função da mulher na educação não pode ser reduzida aos cuidados maternais.
Rousseau salienta que a infância é uma fase de grande importância na vida do ser humano, pois é nela que se dá o aprendizado de como ser no futuro um grande homem. Para isso, respeitar sua liberdade, preservar sua inocência e garantir-lhes o direito de brincar e ser verdadeiramente crianças.
A sensibilidade da mulher tem grande colaboração nas influências humanas que se tenta propagar na atualidade, pois, o mundo passa por transformações rápidas e desastrosas que precisam de mudanças imediatas. A mulher consegue transmitir a importante e dura tarefa de mudar hábitos com a clareza e a delicadeza necessária para despertar o envolvimento de cada indivíduo e a importância da mudança de cada um.
A função da mulher como professora da Educação ganhou outra configuração, ela conquistou seu espaço como profissional de educação, tomou consciência de seus direitos e assumiu uma nova postura diante das questões políticas, históricas, culturais, sociais.
O papel feminino na educação nunca foi tão necessário quanto agora, unindo forças, principalmente na arte de educar.  Os deveres familiares, dos professores, da escola em si e dos alunos, são elos e devem fazer parte de uma corrente que se completa com a partilha das responsabilidades e coerência nas atitudes das partes envolvidas no processo educativo. O diálogo, a transparência dos objetivos e a inclusão dos pais no contexto educacional, trará a contribuição que tanto se espera para superar os desafios sempre presentes em nossa realidade.
Para ser educador, não basta conhecer teorias, aplicar metodologias, é preciso uma predisposição interna, uma compreensão mais ampla da vida, um esforço sincero em promover a própria auto-educação, “pois o educador verdadeiro é aquele que antes de falar, exemplifica; antes de teorizar, sente e antes de ser profissional é um ser humano.” (INCONTRI, 2004, p.52).
A mulher educadora deve ter Humildade, Paciência Firmeza, Energia e acima de tudo Entusiasmo pelo saber.
Humildade para observar com amor, respeitar, orientar sem impor, admirar-se com as riquezas do outro e não hesitar em reconhecer as suas próprias limitações.
Paciência para ensinar, para exemplificar, para repetir, para esperar a frutificação, para aguardar o ritmo e a vontade livre de cada educando.
Firmeza e energia para executar o melhor possível seus ideais pessoais e no cumprimento de sua tarefa de educador, somente dessa forma o ela terá, em primeiro lugar, êxito no aperfeiçoamento de si mesmo e depois, na contribuição que deve dar para o melhoramento do educando.
 E a vontade de saber, a capacidade de perguntar, o impulso de pesquisar e descobrir deve afinar o educador com o educando, para que a busca do aperfeiçoamento se faça em um conjunto entre os dois.

 REFERÊNCIAS
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAjpAAD/a-participacao-politica-feminina-na-historia-brasil. Acesso em 03 nov. 2012.
Disponível em: http://www.brasilescola.com/geografia/a-importancia-da-mulher-na-sociedade.htm. Acesso em 03 de nov. 2012.
Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/729-4.pdf. Acesso em 03 de nov. 2012.
Disponível em: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/acer_histedbr/seminario/seminario9/PDFs/4.16.pdf. Acesso em 03 de nov. 2012.
Disponível em: http://conversademenina.wordpress.com/. Acesso em 26 nov. 2012.




sábado, 24 de novembro de 2012


O que significa Humanizar o ser Humano para a Educação?

Desde sempre tenta- se humanizar o ser humano, várias tentativas em décadas passadas foi o que levou com que o Filosofo Piaget com suas obras influenciasse gerações de pedagogos a basear-se na visada “biologia-psicológica” no desenvolvimento das plenitudes idealizadas do ser humano na sociedade. Em todos esses pensamentos há uma visão de ser humano e de educação direta ou indiretamente formulada.
Até hoje o que parece óbvio, torna-se um desafio para os educadores pelo fato de existirem várias linhas de pensamento sobre o ser humano do seu processo humanizatório e de educação. Porém o conhecimento apurado e justo do ser humano e sua humanização são necessários e urgentes.
Apesar de se pensar que alguns esforços foram em vão, os educadores não desistem e insistem em investigar e procurar a especificidade de ser humano enquanto possivelmente educável e humanizável.                                      
O caminho e o caminhar sempre foram vistos como símbolos da vida e da história dos homens. O homem não nasce pronto, o viver lhe é dado como tempo de vir a ser alguém, que a mudança comporta o risco de perder-se e encontrar-se.
Ao longo do caminho o homem terá seus erros e acertos, aprende a assimilar, contagiar, multiplicar experiências, aceitar, recusar, partirá para novas vivências e buscará novos horizontes, ele faz, age, convive, tem suas razões, vontades, que deverão tornar-se racionais e éticos para se tornarem humanos reconhecidos como tal.
O ensino faz parte na contribuição por uma humanidade desenvolvida, o espaço escolar faz com que o ser humano se eduque e aprenda a viver em grupo e participar da vida na sociedade. A família por sua vez deve na maior parte da vida do humano, transformá-lo em um ser com valores e princípios, ensina-lo os sentimentos do afeto e amor ao próximo e com esses valores com certeza o ser humano descobrirá sua personalidade e assumirá um papel importante no processo de aprendizagem.
Educando-o, visa-se melhor a compreensão do desenvolvimento humano, não só na vida escolar como na social também.
Todo ser humano deve ser educado para que seja um cidadão de bem, com personalidades e conhecimentos que te levarão com certeza para o sucesso em sua trajetória de vida.
Enfim, humanizar o ser humano pela educação significa tranformá-lo em uma pessoa de bem.
Referências Bibliográficas:
Disponível em: revistaeletronica.pucrs.br. Acesso em 24 nov. 2012.
   Disponível em: www.periodicos.ufsc.br. Acesso em 24 nov. 2012.
Disponível em: www.undb.com.br. Acesso em 24 nov. 2012.